sábado, 11 de abril de 2015

Um pouco de personalidade no ambiente de trabalho

Estamos numa era corporativa em que o profissional quer se sentir mais a vontade onde trabalha, quer estar mais próximo da sua personalidade e mais feliz com o que faz. Existem muitas regras que são aplicadas dentro das empresas, mas o fato de não as obedecer, não vão de encontro aos valores da empresa tampouco vão de encontro à missão. Que mal há vestir-se da forma como se sente bem? Que mal há em usar um papel de parede do seu computador a imagem que você quiser? Que mal há em decidir trazer suas refeições de casa? Não indo de encontro aos valores da empresa, o que impediria? Acho que nada. Sei que existem contextos em que este cenário não se aplica, principalmente no ramo comércio-varejista, em que os funcionários precisam estar uniformizados e o fato de atender ao público restringe um pouco a liberdade do funcionário. Como nunca fui deste ramo, talvez não me venham ideias para repensar a forma de trabalho nesses ambientes, mas em escritórios corporativos, não há mal algum em trazer um pouco da personalidade do colaborador para dentro do seu território de trabalho.

Dois textos pequenos que me fizeram refletir sobre qualidade de vida. Os textos são de Jorge Luis Borges e Bryan Dyson.

O objetivo desse post é compartilhar dois textos bem interessante, que certamente o levará a refletir sobre sua qualidade de vida. Os textos...